Em julho, agosto e setembro, vários jovens portugueses vão fazer voluntariado para outros países. Prestar apoio em lares para órfãos e promover atividades pedagógicas são algumas das ações em que os voluntários vão estar envolvidos
Em julho, agosto e setembro, vários jovens portugueses vão fazer voluntariado para outros países. Prestar apoio em lares para órfãos e promover atividades pedagógicas são algumas das ações em que os voluntários vão estar envolvidosQuatro raparigas e dois rapazes, com idades compreendidas entre os 21 e os 29 anos, ligados à associação O Grão, vão partir na próxima terça-feira, 23 de julho, para Moçambique, onde irão permanecer até dia 23 de setembro. Os sete voluntários vão trabalhar na missão católica da Fonte Boa, situada na região moçambicana de angónia. a equipa ficará alojada em Satemuwa e vai prestar apoio em lares para órfãos de pais vítimas de sida e na Escola Secundária Inácio de Loyola, atualmente em construção.
a agenda inclui formação às pessoas ligadas aos lares de acolhimento, atividades pedagógicas com as 64 crianças órfãs, nomeadamente para promoção da língua portuguesa e ainda avaliação e recolha de dados com vista à orientação de atividades futuras. Um segundo grupo de voluntários, composto por seis elementos, e pertencentes à mesma associação, estará também em Benguela, com o apoio dos Leigos para o Desenvolvimento.
ainda esta semana, cinco raparigas e um rapaz, com idades entre os 20 e os 24 anos, ligados ao Grupo de ação Social da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (GaSNova), partem para São Tomé e Príncipe, onde vão permanecer de 27 de julho a 31 de setembro. No país, vão apoiar os projetos sociais das Irmãs Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, em Guadalupe.
a equipa de voluntários irá também realizar um diagnóstico comunitário participativo, de forma a identificar as principais necessidades e oportunidades no terreno. Também outros projetos, em Cabo Verde e Portugal, vão acolher a restante equipa do GaSNova. Para rumarem até Moçambique e São Tomé e Príncipe, todos os voluntários irão contar com o auxílio da Fundação Gonçalo da Silveira.