a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica deve «exprimir o que a comunidade pensa, sente e quer», defende o presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé
a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica deve «exprimir o que a comunidade pensa, sente e quer», defende o presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Féantónio Francisco dos Santos, bispo de aveiro e presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé, apela à valorização da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), através de uma mensagem divulgada quarta-feira, 3 de julho. O prelado acredita que numa altura de matrículas é necessário sensibilizar as famílias, a escola e a comunidade para o bem que a disciplina lhes oferece. Segundo o bispo de aveiro, o ensino nas escolas deve exprimir o que a comunidade pensa, sente e quer e tem que espelhar a própria alma da comunidade no que de mais belo ela possui. a EMRC oferece aos alunos e à comunidade escolar um olhar de interdisciplinaridade para a beleza, valor e sentido da vida, aponta. Para o prelado, a disciplina é como um ato vivo de toda a comunidade. Ser aluno de EMRC significa aprender caminhos firmados na dignidade humana, sentir o fascínio do transcendente e a lucidez diante do tempo presente, e consiste também em descobrir o encanto da fé e a paixão pela missão da Igreja, defende. No mesmo documento, enviado à agência Ecclesia, o prelado indica que existem muitos alunos que frequentam EMRC independentemente das suas convicções religiosas e do seu credo de fé. De acordo com o responsável, as estatísticas revelam que a frequência desta disciplina tem sido estável ao longo das últimas décadas e que tem aumentado significativamente, nos últimos anos, o número de alunos do primeiro ciclo que se matriculam nas aulas de EMRC