Estudo para a promoção do emprego e dinamização do desenvolvimento local, elaborado pela Cáritas Portuguesa, propõe a aposta na agricultura e nas profissões tradicionais como meio de inclusão social
Estudo para a promoção do emprego e dinamização do desenvolvimento local, elaborado pela Cáritas Portuguesa, propõe a aposta na agricultura e nas profissões tradicionais como meio de inclusão social a Cáritas Portuguesa apresenta esta terça-feira, 18 de junho, em Lisboa, os resultados de um estudo para a promoção do emprego e a dinamização do desenvolvimento local, feito com base na recolha de boas práticas, estudos de casos específicos e auscultação de públicos localmente empenhados no combate à pobreza e exclusão social. as conclusões sugerem o investimento na agricultura e nas profissões tradicionais. Na realidade, nos últimos 20 anos, sucederam-se planos e programas europeus, nacionais e municipais que integraram objetivos de inclusão social e combate à pobreza, quase sempre sem uma cultura de avaliação dos programas anteriores, de modo a compreender a sua dinâmica e a eficácia ou ineficácia de seus resultados, refere a organização católica em comunicado, citado pela agência Ecclesia. Segundo os responsáveis pela elaboração do estudo, além do regresso ao trabalho na terra e às profissões tradicionais, como a carpintaria ou a serralharia, a dinamização social e do emprego passa também pela aposta na economia ambiental e no setor branco, ligado à saúde e à assistência social. a apresentação do documento está marcada para as 14h30, no auditório da sede do Banco de Portugal, Largo de São Julião, em Lisboa, no âmbito do Seminário: a Economia Social, o Emprego e o Desenvolvimento Local, promovido pela Cáritas. Está prevista a participação do ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, do ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, e do diretor-geral da Comissão Europeia para o Emprego, assuntos Sociais e Inclusão, Koos Richell.