Pastoral da Saúde pretende fortalecer o serviço de assistência espiritual e religiosa nos hospitais e vai propor à Comissão Episcopal da Pastoral Social a renovação dos corpos dirigentes
Pastoral da Saúde pretende fortalecer o serviço de assistência espiritual e religiosa nos hospitais e vai propor à Comissão Episcopal da Pastoral Social a renovação dos corpos dirigentes a renovação da Igreja Católica, com a eleição do Papa Francisco, serviu de mote à Comissão Nacional da Pastoral da Saúde para propor também uma mudança de coordenação e eleições de novos corpos gerentes. a decisão foi tomada no 25º Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, que encerrou esta sexta-feira, 31 de maio, em Fátima, e vai ser apresentada à Comissão Episcopal da Pastoral Social. No final da jornada, ficou também o compromisso de uma presença cristã, cada vez mais efetiva, nas unidades de saúde em Portugal. além da tentativa de uma maior corresponsabilidade eclesial entre médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar, para que se desenvolva um ambiente de acompanhamento humano e espiritual, os cerca de 400 participantes decidiram apelar à presença dos capelães hospitalares nos serviços de humanização e de reflexão ética de cada hospital. É missão da Igreja cuidar do homem todo e de todos os homens. O cuidado integral da pessoa exige, para além dos apoios espirituais a dar, a ajuda material de que a pessoa necessita. Dentro deste princípio, compreende-se que a ação pastoral deve supor as ajudas materiais a que a pessoa tem direito. Isto implica a relação permanente entre Pastoral Social e Pastoral da Saúde, pode ler-se no documento final do encontro. Foi ainda decidido manter a colaboração nas iniciativas lançadas pelo Ministério da Saúde, como campanhas de recolha de sangue, ou de prevenção, procurar estabelecer relações estruturais com outras pastorais e contribuir para a formação e desenvolvimento do voluntariado social e pastoral.