Os membros do Corpo Nacional de Escutas devem estar alerta para «as necessidades» dos «mais carenciados ou desfavorecidos», disse Jorge Ortiga, arcebispo primaz de Braga, durante uma cerimónia que assinalou o aniversário do movimento
Os membros do Corpo Nacional de Escutas devem estar alerta para «as necessidades» dos «mais carenciados ou desfavorecidos», disse Jorge Ortiga, arcebispo primaz de Braga, durante uma cerimónia que assinalou o aniversário do movimentoOs 90 anos do Corpo Nacional de Escutas (CNE) foram assinalados no último domingo, 26 de maio, através de uma missa de ação de graças, que decorreu na Sé de Braga. Jorge Ortiga, arcebispo primaz, presidiu à celebração. Durante a sua homilia, intitulada O sonho escutista, o prelado disse que o CNE não pode ceder à ideologia do relativismo que se impõe na sociedade atual.
O mundo moderno necessita de testemunhas que, pela vida, gritam caminhos dum mundo novo, disse, destacando que os agrupamentos ou núcleos podem ser um meio para a renovação da comunidade eclesial ou civil. aos presentes, Jorge Ortiga, falou da opção de vida pelos outros, que deverá colocar os membros do movimento alerta para as necessidades e sentido de serviço perante todos os problemas da Igreja ou da sociedade, preferencialmente pelos mais carenciados ou desfavorecidos.
O contexto atual exige a alegria de descortinar a igualdade e de lutar pela dignidade, não só com comportamentos de campanhas ocasionais, mas com atitudes que podem tornar-se contagiosas, para que o mundo fique melhor do que o encontramos. Pode parecer pouco, mas importa multiplicar o pouco de muitos e algo de novo vai nascendo, destacou o prelado. Depois da celebração eucarística, seguiu-se uma romagem ao túmulo Manuel Viera de Matos, antigo arcebispo e fundador do CNE.