Práticas ensinadas numa ação de formação em Fátima abrem novos horizontes de trabalho aos voluntários que trabalham com detidos, nas cadeias de Leiria
Práticas ensinadas numa ação de formação em Fátima abrem novos horizontes de trabalho aos voluntários que trabalham com detidos, nas cadeias de Leiria as dinâmicas lecionadas no Seminário de Perdão e Reconciliação, realizado esta semana, em Fátima, abriram novas perspetivas de trabalho aos voluntários que lidam com os reclusos dos estabelecimentos prisionais de Leiria e vão permitir diferentes formas de abordagem aos problemas encontrados nos ambientes de reclusão. Vamos mais preparados para nos colocarmos no papel do recluso e com maior abertura para identificar o rasto que está por detrás de cada um dos detidos, antes da entrada na cadeia, confessou Diamantino Narciso, 64 anos, visitador voluntário da Ex-Prisão Escola e do Estabelecimento Prisional Regional de Leiria. a frequência da ação de formação, promovida pelos Missionários da Consolata, deixou Maria Helena Franco, 59 anos, mais tranquila na forma de encarar o trabalho voluntário dentro da prisão. Foi uma lição de como havemos lidar com os reclusos e, quem sabe, ajudá-los a reconciliarem-se com eles próprios, admitiu à Fátima Missionária. O simpósio foi orientado Martina Garcia e Petronella Boomen, duas especialistas em práticas de perdão, reconciliação e justiça restaurativa. as formadoras estarão este fim de semana na Quinta do Castelo, no Cacém, para concluírem o primeiro curso de Escolas de Perdão e Reconciliação (ESPERE) realizado em Portugal e na Europa.