«Próximo Futuro», uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, vai arrancar no próximo mês para quebrar clichés sobre a arte africana
«Próximo Futuro», uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, vai arrancar no próximo mês para quebrar clichés sobre a arte africana a partir do próximo dia 21 de junho, a programação da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) vai estar focada no continente africano, no âmbito da iniciativa Próximo Futuro, um programa de cultura contemporânea dedicado à investigação e criação artística. O objetivo é quebrar clichés sobre a arte africana. a programação do Próximo Futuro vai levar a Lisboa o que de mais recente se cria nos países do sul de África nas áreas da música, cinema, literatura e artes do palco. Na geografia cultural desta iniciativa da FCG vão estar em destaque os artistas do sul de África. Para conhecer a criação artística contemporânea de 14 países do sul de África, a fundação irá alargar a programação também ao Teatro do Bairro e ao Teatro São Luiz, em Lisboa.
Os escritores Teolinda Gersão e Ondjaki serão dois dos protagonistas da Festa da Literatura e pensamento. Haverá exposições e cinema com a estreia da longa-metragem de Sana Na N’Hada da Guiné Bissau,informa a Rádio Renascença, adiantando que no jardim da fundação, será improvisado um espaço para as conferências.