Somos um pequeno grupo «familiar» de azeitão que todos os anos peregrina até aos pés da Virgem. Levamos na bagagem o Espírito de solidariedade mútua, com a esperança de alcançar as bênçãos divinas

Somos um pequeno grupo «familiar» de azeitão que todos os anos peregrina até aos pés da Virgem. Levamos na bagagem o Espírito de solidariedade mútua, com a esperança de alcançar as bênçãos divinas
a peregrinação começa para cada um de nós ainda antes do dia inicial da caminhada. Dois ou três dias antes começamos a preparar tudo o que nos parece ser necessário para enfrentar os cinco dias de caminhada, desde as roupas, passando por utensílios, calçado, alguns artigos pessoais, de higiene e outros. Claro que não podemos esquecer que também as viaturas de apoio (três) tiveram que ser verificadas e mais tarde carregadas com o indispensável para a viagem. Chegado o dia marcado, neste caso foi no dia 8, juntamo-nos cedo e pedimos a Nossa Senhora a sua proteção para os dias de caminho que temos pela frente metendo pés ao caminho pela frescura da manhã para percorrer os primeiros quilómetros. Este ano acompanho um grupo composto por oito pessoas – mais diminuto, mas não menos entusiasta – que já faz esta viagem há vários anos. O dia foi longo, calcorreamos 38 quilómetroscom a estranha sensação de que demorava o final da etapa, mas chegamos ao Campo de Tiro de alcochete (CTa) já pela tardinha. aí tivemos a assistência do padre – capelão, também pároco do Samouco, que celebrou a missa. Foi naquelas instalações que descansamos das agruras do primeiro dia e retemperamos as forças para mais uma caminhada no dia seguinte.