O arcebispo de Bukavu e administrador apostólico de Uvira, na República Democrática do Congo, vai testemunhar em várias cidades portuguesas «como é o dia a dia num país onde os direitos humanos são tão espezinhados»
O arcebispo de Bukavu e administrador apostólico de Uvira, na República Democrática do Congo, vai testemunhar em várias cidades portuguesas «como é o dia a dia num país onde os direitos humanos são tão espezinhados»Fátima, Braga, Lisboa e almada são as quatro etapas de um roteiro em que François-Xavier Maroy Rusengo, arcebispo de Bukavu e administrador apostólico de Uvira, na República Democrática do Congo, dará testemunho de como é viver hoje o dia a dia num país onde os direitos humanos são tão espezinhados. Numa iniciativa da Fundação ajuda à Igreja que Sofre (aIS), sob o lema Deixem-nos Viver, que se prolongará de 12 de maio a 18 de maio, esta instituição – que procura informar a Igreja em geral sobre aquela que é perseguida e que esta tenha condições para realizar a sua missão de evangelização – propõe uma semana de oração em favor do povo do Congo. O apelo é feito perguntando se ninguém repara na situação do país. E deitando mão de uma longa descrição sobre o Congo, questiona-se quantos milhares de desalojados é preciso juntar para que o mundo fique chocado com o horror de quem perdeu tudo, com a tragédia de crianças recrutadas à força para milícias terroristas, com a multidão de famintos que, hoje mesmo, não sabem como sobreviver, nem o que hão de dar de comer aos seus filhos?. as respostas poderão ser dadas no testemunho vivo de François-Xavier Maroy Rusengo. O programa completo da visita pode ser consultado no site da Fundação aIS