a polícia queniana anunciou ter detido dois homens para os interrogar sobre o assassínio do bispo da diocese de Isiolo, no Norte do Quénia, Luís Locati, ordenado em 1996.
a polícia queniana anunciou ter detido dois homens para os interrogar sobre o assassínio do bispo da diocese de Isiolo, no Norte do Quénia, Luís Locati, ordenado em 1996. Um grande número de munições foi apreendido durante o inquérito à morte, na quinta-feira à noite, do prelado que vivia na diocese de Isiolo, a 320 quilómetros a norte de Nairobi, a capital.
Robert Kipkemei Kitur, oficial superior da polícia, contou haverem sido recuperados dois carregadores vazios de duas armas diferentes, aparentemente uma G-3 e uma aK-47, tendo-se seguido este assassínio a uma semana de violência no distrito de Marsabit, junto à fronteira com a Etiópia.
O missionário da Consolata, director das Obras Missionáris do Quénia, Eugénio Ferrari, disse à agência noticiosa Fides que o bispo Luís Locati foi acusado de ter ajudado um dos grupos étnicos que se envolveram em conflito na área de Marsabit, o que no entanto não corresponderia à realidade.

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