a Europa tornou-se o maior parceiro comercial da China. No entanto, questões relacionadas com os direitos humanos continuam a dividir os dois parceiros. Durão Barroso pede progressos no lado chinês.
a Europa tornou-se o maior parceiro comercial da China. No entanto, questões relacionadas com os direitos humanos continuam a dividir os dois parceiros. Durão Barroso pede progressos no lado chinês. O presidente da comissão europeia Durão Barroso, enviou uma forte mensagem à China na passada quinta-feira, 14 de Julho, advertindo que tem de melhorar em relação aos direitos humanos, ao mesmo tempo que destruiu a esperança imediata de que a China tenha estatuto de economia de mercado.
Barroso, na sua primeira viagem a Pequim disse que os 25 países da União Europeia (UE) estão empenhados em aumentar as relações com o gigante asiático, mas que há assuntos importantes a ser considerados. “Está no interesse da China e da Europa a construção de uma parceria suficientemente forte para enfrentar os desafios com que somos confrontados”, disse ele.
Um destes desafios, uma pedra angular em todo o assunto, são os direitos humanos. Deixou claro que o embargo de armas da Eu em relação à China, não será levantado enquanto não houver progressos significativos.
“íˆ importante ter uma melhor atmosfera em relação à percepção dos assuntos relacionados com os direitos humanos na China”, disse Durão Barroso aos jornalistas. “E esta é a minha mensagem para as autoridades chinesas”. Os líderes europeus, numa iniciativa apresentada pela França e pela alemanha, tinham concordado em Dezembro começar o estudo para o levantamento do embargo de armas imposto depois do massacre da praça de Tianenmen em 1989. a iniciativa perdeu força devido à oposição dos Estados Unidos e à controversa aprovação de uma lei chinesa que pode abrir o caminho para uma toma militar do poder em Taiwan.
Wen Jiabao, primeiro-ministro chinês, disse a Barroso que para a China as relações com a UE são importantes. “Também o governo chinês tem o aumento das relações com a UE como uma prioridade”, disse Wen.
“Há muito trabalho a ser feito. acredito que podemos conseguir algum progresso, se houver progresso no lado chinês”, concluiu Durão Barroso.

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