O Metanoia quer debater aquilo que «cada um encontra na sua vida como razão para dar graças», num tempo em que se vive cercado «de injustiças, violências, miséria, desemprego». O «Magnificat» é o mote para a conversa
O Metanoia quer debater aquilo que «cada um encontra na sua vida como razão para dar graças», num tempo em que se vive cercado «de injustiças, violências, miséria, desemprego». O «Magnificat» é o mote para a conversaO Movimento Católico de Profissionais de Lisboa realiza o seu Encontro Mensal, a 10 de maio, com a vontade expressa de conversar sobre o que em nós resiste a que caminhemos em permanente atitude de louvor e aquilo que cada um(a) encontra na sua (e na nossa) vida como razão para dar graças. Esta meditação sobre Dizer o Magnificat, argumentam os organizadores deste debate do Metanoia, abre portas insuspeitas. a proposta de ouvir os inúmeros Magnificat que a tradição musical – erudita, religiosa e profana – oferece, é acompanhada de um longo texto de José Tolentino Mendonça e de uma reflexão de Edson Damian. Às vezes tememos que o louvor seja como uma venda sobre os olhos, pois vivemos cercados de injustiças, violências, miséria, desemprego. No entanto, se começarmos a olhar o mundo com os olhos de Deus e a louvá-lo por tudo o que Ele faz de bom, teremos mais clareza para discernir o bem do mal, a verdade do erro, escreve este bispo brasileiro. Que remata o texto dizendo que o sentido do louvor a Deus não é contrário à verdade. O encontro acontece, como habitualmente, na Igreja de Fátima, na av. Poeta Mistral (à av. de Berna), em Lisboa, com jantar partilhado pelas 20h00 e a reflexão prevista para as 21h30.