a Igreja Católica assinou um protocolo com a Fundação Calouste Gulbenkian para a inventariação dos bens culturais. O acordo vai permitir que as dioceses tenham acesso a «sistemas de gestão profissionais»
a Igreja Católica assinou um protocolo com a Fundação Calouste Gulbenkian para a inventariação dos bens culturais. O acordo vai permitir que as dioceses tenham acesso a «sistemas de gestão profissionais» a Igreja vai começar uma nova dinâmica na área do inventário do seu património, fruto de um apoio importante da Fundação Calouste Gulbenkian. Tal acontece porque o património da instituição só está inventariado na ordem dos 20 por cento, o que é dramático, uma vez que uma peça não catalogada é como se não existisse, explicou Sandra Costa Saldanha, diretora do Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja (SNBCI) , em declarações à agência Ecclesia.
Segundo esta responsável, que pretende desenvolver um trabalho entre as comissões diocesanas responsáveis pela arte sacra, o protocolo permitirá que as dioceses tenham acesso a sistemas de gestão profissionais. Se queremos chegar ao grande objetivo do património, que é colocá-lo ao serviço da missão da Igreja, temos de o conhecer. E sem estes passos prévios nunca poderemos usufruir nem beneficiar eficazmente dele, afirmou. as declarações foram proferidas à margem da ação de formação em conservação preventiva que oSNBCI dinamizou segunda-feira, 15 de abril.