Chegou a hora de partir. Para trás fica uma experiência inesquecí­vel em Certosa de Pésio, numa cartuxa de 1173.
Chegou a hora de partir. Para trás fica uma experiência inesquecí­vel em Certosa de Pésio, numa cartuxa de 1173. Na Certosa de Pésio, os dias passam velozmente. Escoou-se uma semana num abrir e fechar de olhos. é tempo de fazer as malas e iniciar a viagem de regresso. De manhã cedo, a 11 de Julho, retomamos a estrada a caminho de Pavia, de Parma e de Bolonha. Enfim, para Portugal a 14.
Uma semana intensa de descanso, de relaxe e de reflexão! Com dias de sol, de nuvens e até de chuva. a beleza é tal que as contingências atmosféricas em nada afectam o moral. Mesmo quando um grupo partiu de Pian delle Gorre para Gias Fontana, até aos 2. 216 metros de altitude, e foi surpreendido pela chuva, no regresso.
Os novelos de nuvens deslizam suavemente pelas encostas abaixo, até quase se tocarem com os dedos. E, pouco a pouco, começam a cair gotas de água, que bem depressa se transformam em chuva que nos acaricia docemente. Duas horas de uma companhia inesperada, que nos seguiu até casa e que se tornaram agradáveis, acompanhadas pelo rumor crescente do rio, que entretanto começara a engrossar.
Os dias são ritmados por uma proposta de reflexão missionária, ao princípio da manhã, e por um tempo de partilha da jornada, ao fim do dia. Momentos de espiritualidade e de confronto das nossas próprias experiências com as dos companheiros de caminhada, que se transformam em aprofundamento da fé e do sentir missionário.
Deixamos a Certosa mais fortalecidos no corpo e no Espírito. Pelo ar puro que respiramos, pela beleza dos montes que nos cercam e acarinham, pelo ambiente que nos fala de Deus e nos mergulha na oração.

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