a inclusão do turismo religioso no Plano Nacional de Turismo como «produto estratégico» merece o aplauso da Igreja Católica. a medida beneficia também as outras religiões
a inclusão do turismo religioso no Plano Nacional de Turismo como «produto estratégico» merece o aplauso da Igreja Católica. a medida beneficia também as outras religiões O diretor da Obra Nacional da Pastoral do Turismo enalteceu esta quarta-feira, 3 de abril, a elevação do turismo religioso a produto estratégico, no âmbito do novo Plano Nacional de Turismo, apresentado terça-feira, em Lisboa, pelo ministro da Economia e do Emprego. Para Carlos Godinho, a nova classificação reconhece a diversidade do património cultural religioso, material e imaterial, traduz a importância das peregrinações, num país rico de santuários e reflete a diversificação de ofertas que abrangem a expressão de fé dos turistas. Numa nota enviada à agência Ecclesia, o sacerdote salienta, que depois desta conquista’, há muito desejada, a Igreja deve prosseguir o trabalho absolutamente necessário de disponibilização qualitativa do seu património. E manifesta total disponibilidade para uma mais estreita colaboração com todas as entidades envolvidas no setor, a bem do desenvolvimento do turismo e da afirmação da identidade portuguesa, eminentemente cristã, ainda que com marcas evidentes de outras religiões. O novo Plano Estratégico Nacional de Turismo (PENT), que o governo assume como uma revisão da estratégia de desenvolvimento turístico para os próximos dois anos, define 10 fatores de competitivade no setor, entre os quais figuram o património religioso e Fátima, enquanto local de peregrinação do culto mariano. De acordo com o documento, os principais produtos para a região de Lisboa são as estadias de curta duração em cidade, os circuitos turísticos, em particular os que envolvem circuitos ou peregrinações a Fátima.