Pascoalinos andaram de porta em porta, a anunciar a ressureição de Jesus às famí­las de Proença-a-Nova. a experiência foi fundamental para fortalecer o Espírito de missão
Pascoalinos andaram de porta em porta, a anunciar a ressureição de Jesus às famí­las de Proença-a-Nova. a experiência foi fundamental para fortalecer o Espírito de missão Depois da reflexão sobre a Paixão de Jesus, sábado, 30 de março, foi o dia dedicado ao Mistério da Ressurreição.começámos o dia, com um sol radioso que nos fez esquecer os dias de chuva, e com a oração da manhã acompanhada da música de Mafalda Veiga – Um pouco de Céu. Cada pascoalino, primeiro individualmente e depois em grupo, partilhou a experiência de Jesus ressuscitado no seu dia a dia. Todos testemunharam esta verdade: Jesus ressuscitou! Feita esta conclusão, seguiu-se o desafio de O ir anunciar. assim, a tarde foi passada a comunicar de porta em porta, a feliz notícia: Jesus Ressuscitou! Enquanto os jovens pascoalinos se emaranhavam nas ruas de Proença-a-Nova, chegavam ao Seminário do Preciosíssimo Sangue os primeiros resistentes da caminhada, iniciada em Fátima. Um a um, mais ou menos trôpegos, chegavam com a alegria de quem conseguiu cumprir o desafio: mais de 100 quilómetros a pé, em três dias. O caminho foi cheio de tormentos especialmente metereológicos. ao final da noite partilhámos todos com a grande comunidade de Proença-a-Nova, a grande vigília Pascal. Os nossos peregrinos, uns sentados, outros de chinelos, também não quiseram ficar a descansar e deram um grande testemunho de alegria com a sua presença na vigília. No domingo de Páscoa, foi tempo de fazer a grande partilha destas duas experiências. Para os jovens em geral, esta Páscoa Jovem Missionária, versão 2013, serviu de reencontro com Cristo vivo. Para os peregrinos em particular foi a certeza de que muitas vezes não é a meta o mais importante mas sim o caminho feito. O caminho do encontro com nós próprios, com Deus, com a humildade de reconhecer as nossas fraquezas e a necessidade de ajuda. Para nós, animadores, foi a confirmação de que vale a pena continuar a desafiar os jovens para o encontro com Jesus e de que é uma graça pertencermos a esta família tão generosa que, na sua diversidade, não tem medo e parte em missão.