«Primeiro santos depois Missionários» Seguindo o pensamento do allamano nas manhãs do triduo pascal, pelas 8h30, a equipa missionária reúne-se para um momento de oração e reflexão com as pessoas que vêm para orar connosco
«Primeiro santos depois Missionários» Seguindo o pensamento do allamano nas manhãs do triduo pascal, pelas 8h30, a equipa missionária reúne-se para um momento de oração e reflexão com as pessoas que vêm para orar connosco

Bem cedinho, pela manhã, os membros da equipa vêm das casas que os acolhem para um momento de oração e reflexão oferecido às pessoas que se queiram juntar a eles, na igreja de Paradela. Nestes dias juntou-se um pequeno grupo que com fé rezou recordando os presentes e todos os que por doença ou trabalho não se puderam juntar neste momento de oração.

Foram momentos de muita profundidade em que deixámos que a Palavra do Senhor nos iluminasse e ouvimos algumas palavras do fundador do Missionários da Consolata o Beato José allamano.

Na sexta-feira o Beato allamano fez-nos o seguinte desafio: Meditemos na Paixão do Senhor e, se não tivermos um coração de pedra, ele há-de sentir-se comovido. O mistério de Deus que se fez homem e se entregou à morte por nós, o mesmo Deus que pede a nossa entrega pessoal. a grandiosidade do nosso Deus que se fez homem e experimentou a nossa fragilidade até à morte de cruz por amor a cada um de nós.

No sábado sentámo-nos em frente do sepulcro. Sentimos o vazio, o silêncio, e, ao mesmo tempo, sentimos uma profunda esperança de que a Luz está próxima! a partir do momento em que se dá a presença do amor no espaço da morte, a vida penetra nela. a morte por amor torna-se a fonte de vida. O Beato allamano disse que o cristão, e ainda mais o missionário, tem que amar o crucifixo: as tribulações não só não nos devem bloquear, mas antes, nos devem entusiasmar no exercício do apostolado.

Depois da oração, acompanhados pelos jovens de Paradela, partimos para visitar os mais idosos e os enfermos, levando assim a consolação e a alegria pascal às pessoas que mais sofrem. Uma presença simples mas significativa, com a consciência de que em nós era o Cristo crucificado e ressuscitado que visitava cada uma destas pessoas.