O perigo espreita, nem os que prestam ajuda humanitária estão em segurança. Esta é a situação da Indonésia onde só num mês já foram feridos dois voluntários.
O perigo espreita, nem os que prestam ajuda humanitária estão em segurança. Esta é a situação da Indonésia onde só num mês já foram feridos dois voluntários. Marije Mellegers, de 24 anos, viajava com sete activistas da protecção das crianças quando foi atingida por um tiro numa perna. Isto aconteceu no sul da área de aceh. Foi imediatamente evacuada para um hospital em Medan, mas a sua vida não parece estar em perigo.
No mês de Junho também um voluntário chinês da Cruz Vermelha Internacional, prestando ajuda às vítimas do tsunami, foi ferido num tiroteio em aceh.
Há décadas que o grupo rebelde separatista de aceh mantém um conflito armado contra as autoridades indonésias, mas não é clara a responsabilidade pelo tiroteio de quinta-feira, 7 de Julho.
azmiati Zuliati, que viajava com Mellegers, disse à agência de notícias aFP: “Ouvi mais de 10 tiros. Marije estava sentada atrás e foi atingida por duas balas na barriga da perna”.
O incidente aumenta a preocupação pela segurança dos milhares de voluntários que ajudam as vítimas do tsunami de 26 de Dezembro.

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