Reflexão para a Quaresma das Comissões Justiça e Paz é o mote para um encontro em Lisboa. Este documento avisa que «as pessoas e as famílias não podem servir de objeto de experiências de Política económica de sucesso altamente duvidoso»
Reflexão para a Quaresma das Comissões Justiça e Paz é o mote para um encontro em Lisboa. Este documento avisa que «as pessoas e as famílias não podem servir de objeto de experiências de Política económica de sucesso altamente duvidoso» O documento foi apresentado em meados de fevereiro e é um violento ataque às atuais políticas do governo, apontadas como insucesso flagrante. Para a Comissão Nacional Justiça e Paz e várias comissões diocesanas (CJP), o modelo de política seguido em 2012, a insistência de idêntico modelo, nalguns aspetos agravado, em 2013, pode ser eticamente inaceitável. Por isso, argumentam as CJP no texto Ética nas finanças – uma questão de justiça e paz, as pessoas e as famílias não podem servir de objeto de experiências de política económica de sucesso altamente duvidoso. Este é ponto de partida muito claro para um encontro que tem como oradores o economista João Ferreira do amaral e o presidente do Tribunal de Contas Guilherme d’Oliveira Martins e conta com a moderação do presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP). À mesa da discussão, a Reflexão para a Quaresma, um documento conjunto da CNJP e das Comissões Diocesanas Justiça e Paz do algarve, aveiro, Beja, Braga, Bragança-Miranda, Coimbra, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Setúbal e Viseu. O debate, promovido pela CNJP e pela paróquia de Santa Isabel, de Lisboa, terá lugar a 20 de março, quarta-feira, pelas 21h30, na Escola de Hotelaria e Turismo (Rua Saraiva de Carvalho, Lisboa).