Em jeito de balanço, já de saída, o superior provincial da Consolata fala à Fátima Missionária on line dos desafios que esta região enfrenta. Fala das conquistas e do papel dos leigos na missão.
Em jeito de balanço, já de saída, o superior provincial da Consolata fala à Fátima Missionária on line dos desafios que esta região enfrenta. Fala das conquistas e do papel dos leigos na missão. Faltam as vocações missionárias e os leigos devem assumir as suas responsabilidades na igreja, na missão, diz Luís Tomás depois de seis anos à frente da região portuguesa. Neste ponto da história, é quase indispensável que passe pelos leigos. Primeiro, porque os leigos são a parte integrante da Igreja.
Há ainda outro motivo: Faltam as vocações missionárias consagradas. Logo se não houver leigos dedicados à missão numa forma nova, a missão está condenada.
Numa sociedade em mudança, assente muitas vezes em bases pouco sólidas, é crescente uma resposta mais generosa pronta e cada vez mais volumosa, nota-se, também, no campo dos leigos, com um aumento do voluntariado.
Para captar as vocações os institutos missionários têm lançado mão de todas as iniciativas que lhes permitam ir às igrejas e às comunidades, e, às vezes, criar situações criar acontecimentos para chamar a atenção.
Depois do Capítulo e antes da eleição do seu sucessor, Luís Tomás fala dos desafios: Reavivar com pessoal novo, as regiões da Europa. E a abertura a Leste.
Para isso, e porque não se encontram vocações no caminho tradicional, é obrigatório então bater terreno novo.
Com um olhar de esperança e de fé, Luís Tomás encara o futuro.
Leia a entrevista completa.

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