Eu vivo a felicidade. E no olhar do meu irmão (aquele que me pede pão, amor, atenção, cuidado e consolo) vive a alegria, porque me tem a seu lado

Eu vivo a felicidade. E no olhar do meu irmão (aquele que me pede pão, amor, atenção, cuidado e consolo) vive a alegria, porque me tem a seu lado
Felicidade é ter a certeza de que a minha vida não está a passar inutilmente. Quando estou com o meu irmão, de Fé, a minha família biológica também lá está. a ajuda no âmbito da promoção humana, nos vários projetos, permite-me encarar a vida com menos exclusão e mais igualdade. O serviço voluntário, ao meu irmão, gera uma paz interior que me dá coragem, me faz saltar para novos desafios com mais certezas. E essa Felicidade levo-a para casa. Que o beato José allamano me ajude a inovar sempre e que o fogo missionário me impele a aceitar novos desafios, pois é na realização da missão com o meu próximo, que enconto a felicidade. Com uma caminhada de quase oito anos no Instituto Missionário da Consolata (IMC), os Solidários partilham afetos com pessoas com paralesia cerebral, na aPPC; idosas do Lar São Lourenço, Ermesinde; sem abrigo, da área do Porto, famílias carenciadas; com cancro no IPO Porto; e hospitalizadas, que enchem a alma. as pessoas que vivem experiências novas e desafiadoras são mais felizes do que as que mantêm a rotina. Os Solidários são prova disso! a felicidade não é uma questão de idade, inteligência ou dinheiro, mas de atitude. Para ser feliz é necessário mudar a maneira de pensar e ter força mental para direcionar a sua atenção para as soluções, e não para os problemas – andrew Matthews. Somos felizes porque somos Solidários! *Porta-voz dos Solidários Missionários da Consolata (SMC)