Um novo ano pastoral provoca sempre alterações nas comunidades religiosas portuguesas. as consequências destas alterações já se estão a fazer sentir no algarve, onde as religiosas que chegaram ao sul do país estão a assumir novas funções
Um novo ano pastoral provoca sempre alterações nas comunidades religiosas portuguesas. as consequências destas alterações já se estão a fazer sentir no algarve, onde as religiosas que chegaram ao sul do país estão a assumir novas funçõesEm cada ano pastoral dá-se uma renovação nas comunidades religiosas presentes nas diversas dioceses portuguesas. No algarve, por exemplo, existem três novas colaboradoras, que neste momento estão a ajudar no trabalho pastoral. Maria de São Paulo Monteiro, da congregação das Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus, é uma delas.
a religiosa, natural de Marco de Canaveses, no distrito do Porto, esteve cinco anos em Moçambique, e 15 em angola, onde foi educadora de infância. agora, trabalha como responsável pelo Setor Diocesano da Catequese de Infância e adolescência na diocese algarvia, informa o jornal Folha do Domingo.
a irmã anelise Vicente, da congregação das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, também se mudou para o litoral algarvio. Natural de São Tomé e Príncipe, esteve quatro anos a trabalhar em angola. No sul do país trabalha há poucos meses como educadora social, com raparigas entre os sete e os 13 anos, no Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima, em Olhão, uma instituição que acolhe crianças e jovens em risco.
Maria da Luz Praça, da congregação das irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena, e natural da aldeia de Soutosa, na freguesia de Peva, concelho de Moimenta da Beira, é mais uma das novas colaboradoras. No algarve, trabalha desde setembro na Casa de Nossa Senhora da Conceição, em Portimão, uma instituição entregue aos cuidados daquelas religiosas, que acolhe raparigas em risco. além destas funções, é também catequista na paróquia.