a educação e a investigação são duas áreas nas quais o país deve investir e não fazer cortes, defende antónio Vitalino, bispo de Beja
a educação e a investigação são duas áreas nas quais o país deve investir e não fazer cortes, defende antónio Vitalino, bispo de Bejaas sociedades mais desenvolvidas são as que apostaram na educação, na investigação e na disciplina e, por isso, é nestas áreas que Portugal tem de investir e não fazer cortes, refere antónio Vitalino, bispo de Beja, numa nota pastoral. Mesmo numa época de crise económica e financeira, o progresso a nível do conhecimento e do espírito não tem limites, sublinha, no documento divulgado esta quarta-feira, 16 de janeiro.
Na sua nota, intitulada Diálogo de surdos, o bispo de Beja diz que o diálogo está muito esquecido na sociedade portuguesa, e também a nível eclesial e religioso. a comunicação implica atenção, escuta, resposta [e] interrogação, frisa o prelado, mas existem situações onde é possível encontrar muitas deficiências práticas.
Há alguns [casos] que saltam à vista e nos dizem diretamente respeito, pois os implicados até foram eleitos por nós e são pagos com os nossos impostos, acrescenta antónio Vitalino, referindo-se aos governantes, deputados, políticos, gestores e administradores.
O bispo de Beja considera que, em geral, as pessoas estão pouco atentas aos seus pares, e não têm interesse em aprofundar conhecimentos e aperfeiçoar capacidades, situação que também contribui para aumentar o fosso das desigualdades.