Economista e professor universitário convidou responsáveis da Pastoral Juvenil a olhar para a economia «com espanto», e lamentou o pouco interesse que as pessoas têm pelas questões económicas
Economista e professor universitário convidou responsáveis da Pastoral Juvenil a olhar para a economia «com espanto», e lamentou o pouco interesse que as pessoas têm pelas questões económicasÉ preciso olhar para a economia com espanto, afirmou João César das Neves, economista e professor, durante o Conselho Nacional da Pastoral Juvenil (CNPJ). Esquecemos o espanto que ela tem, havendo muitas pessoas que a pensam como horror, disse, sublinhando que ninguém se interessa pela economia.
De acordo com o economista é um erro deixarmos de louvar a economia, em especial neste tempo de crise. Nós odiamos a economia, pois pensamos que é a má da fita, referiu, de acordo com uma nota de imprensa enviada à Fátima Missionária. Luís Inácio, sacerdote e secretário da Comissão Episcopal do Laicado e Família, que interveio em nome de Ilídio Leandro, bispo de Viseu e vogal do mesmo organismo, disse que nesta altura de dificuldades, é necessário fazer alguma coisa, humanizando as situações.

Durante o encontro que terminou este sábado, 12 de janeiro, em Fátima, Eduardo Novo, sacerdote e diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), apelou para que se leve a fé para a vida, de forma a que cada um se torne num cristão dinâmico. Não somos números, mas pessoas, sublinhou. O CNPJ iniciou sexta-feira, 11 de janeiro, e reuniu cerca de 60 participantes de várias dioceses e movimentos juvenis, para refletir e debater sobre o tema Economia e Juventude.

Os participantes abordaram as próximas atividades do setor, como o Festival Jota, que se vai realizar na Covilhã, nos dias 19, 20 e 21 de julho, e o próximo Fátima Jovem. O DNPJ apresentou o seu site oficial (rio2013. dnpj.pt) para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que vai decorrer no Rio de Janeiro, no mês de julho. Eduardo Novo deixou um apelo às inscrições, considerando mais significativo irem os portugueses todos juntos.