a nova direção da Federação Nacional de associações de Escolas Católicas está apostada em defender a Educação como um património e um ativo da sociedade e apela à união de todos os encarregados de educação
a nova direção da Federação Nacional de associações de Escolas Católicas está apostada em defender a Educação como um património e um ativo da sociedade e apela à união de todos os encarregados de educação a educação é um património e um ativo que não pode nem deve estar ao dispor de movimentações políticas e económicas. a educação é, e será sempre, o aDN de qualquer sociedade, pelo que de nada valerá ter um défice ou contas equilibradas se nos arriscarmos a perder a nossa identidade, o nosso potencial, em suma, o nosso futuro, afirma Filipe Mota Pinto, presidente da direção da Federação Nacional de associações de Escolas Católicas (FNaPEC). Num comunicado enviado às redações, o responsável considera que os estudantes das escolas católicas nunca foram privilegiados e apela à união das associações de pais na defesa da Educação. as escolas católicas em Portugal têm uma longa e rica história, existindo há muitos mais anos do que a grande maioria dos partidos políticos. O que nos deve unir é a vontade coletiva de desejarmos e ambicionarmos uma educação de qualidade superior para os nossos filhos, assente em princípios e valores sociais e católicos, adianta Filipe Pinto. Tendo em conta o atual momento político e social do país, a FNaPEC prevê que se voltem a discutir os modelos de funcionamento das escolas do ensino privado e/ou cooperativo com (ou sem) contratos de associação. Considera, por isso, que as associações de pais devem lutar para que a sociedade tenha a informação necessária sobre este processo e possa distinguir o trigo do joio, sem que se ponha em causa a subsistência das escolas católicas e o percurso dos seus alunos.