Começa o trabalho do Tribunal Penal Internacional e a primeira preocupação é a segurança do pessoal em acção humanitária no local e dos civis.
Começa o trabalho do Tribunal Penal Internacional e a primeira preocupação é a segurança do pessoal em acção humanitária no local e dos civis. Grupos humanitários com acção em Darfur encontram-se hoje, 17 de Junho, com o juiz internacional a investigar os crimes de guerra em Darfur. Este é um momento em que aumenta a preocupação pela segurança dos trabalhadores humanitários e dos aldeãos locais da problemática região do Sudão.
a agenda para o encontro alega “oportunidades de cooperação” entre os grupos humanitários e o juiz Luís Moreno-Ocampo do Tribunal Penal Internacional (TPI). Mas, ao mesmo tempo, levanta questões quanto à vital reputação de neutralidade destes grupos, central para a possibilidade de trabalhar eficientemente em zonas de conflito.
“Ninguém que fazer nada que possa comprometer a segurança dos trabalhadores no local, ou a sua possibilidade de trabalho”, disse Kenneth Bacon, presidente da organização Internacional de Refugiados, à agência Reuters. Segundo ele os grupos humanitários “têm preocupações de segurança legí­timas sobre qualquer coisa que possas piorar a situação, e potencialmente o TPI pode. Mas há uma série de circunstâncias pelas quais não pioraria… Este encontros é o início de um diálogo”.
Por seu lado Nancy aossey, Chefe executivo da “International Medical Corps” afirmou que “recolher informação sobre crimes de guerra não faz parte da nossa missão”. acrescentando que “a segurança do nosso pessoal depende totalmente de como nos vêm na zona”, no entanto pretende participar, “para partilhar a nossa preocupação sobre o possível impacto que uma investigação sobre os crimes de guerra pode ter na segurança do nosso pessoal e das pessoas que tentamos ajudar”.

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