Decorreu de 9 a 16 de Maio a 13º Conferência sobre a Missão no Mundo, organizada pelo Conselho Mundial das Igrejas. Pessoas de mais de 100 países e várias denominações cristãs viveram e rezaram juntas.
Decorreu de 9 a 16 de Maio a 13º Conferência sobre a Missão no Mundo, organizada pelo Conselho Mundial das Igrejas. Pessoas de mais de 100 países e várias denominações cristãs viveram e rezaram juntas. Num mundo dividido e cada vez mais violento a necessidade de viver em comunidade é grande. a falta desse Espírito pode levar à intolerância, à discriminação, ao isolamento e ao medo. Os mais de 650 participantes na 13º Conferência sobre a Missão no Mundo, organizada pelo Conselho Mundial das Igrejas (CMI), passaram uma semana vivendo a vocação cristã à vida de comunidade. Um exemplo de paz e tolerância.
O tema secundário da conferência, que decorreu de 9 a 16 de Maio em atenas, foi “Chamados em Cristo para ser comunidades de cura e reconciliação”. Os trabalhos de cada dia tinham como tema a paz, a confiança, o amor, o entendimento e a unidades como meios de curar e reconciliar o mundo de hoje,
Os participantes representavam mais de 100 países e quase todas as tradições cristãs, considerando o que significa viver em comunidade e partilhar as histórias de cada uma das suas tradições.
Pequenos grupos, chamados “grupos casa”, ajudavam a manter e viver o Espírito de comunidade. Cada manhã os grupos juntavam-se para o estúdio meditativo da Bíblia (Lectio Divina) preparando-se espiritualmente para o dia. Os encontros da noite tinham como objectivo partilhar as experiências vividas durante o dia.
Fleur Dorrel, líder de um dos “grupos casa”, católica que trabalha para a igreja anglicana e membro de uma organização laica anglicana sente que os grupos ajudaram a ouvir os outros, assegurando que cada voz individual é ouvida.
” a igreja é como um prisma”, disse. “Cada cor representa uma expressão de fé. a beleza é reflectir o máximo de cores possível. Nenhum de nós compreende Deus de um modo perfeito. Precisamos uns dos outros para ajudar-nos a entender e alimentar a nossa fé”.
Numa semana, os participantes viveram em comunidade criando um espaço onde as diferenças culturais, de denominação e espirituais unem em vez de dividir. Confirmam que é possível viver juntos, uma família de pessoas diversas centradas na comunidade do amor de Deus.

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