Pela terceira vez, em dois mil anos de história, a Etiópia vai às mesas de voto. Observadores internacionais dão credibilidade às eleições, que tanto o governo como a oposição querem livres e justas.
Pela terceira vez, em dois mil anos de história, a Etiópia vai às mesas de voto. Observadores internacionais dão credibilidade às eleições, que tanto o governo como a oposição querem livres e justas. addis ababa, capital da Etiópia, vibra com a aproximação das eleições. De acordo com a imprensa local as conversas de café resumem-se às eleições de domingo, 15 de Maio. Não é uma surpresa num país com mais de dois mil anos de história que, pela terceira vez, vai às mesas de voto.
Todos os meios são utilizados pelos partidos para chegar aos eleitores, até os já populares SMS ” serviços de mensagens. Pela primeira vez, os partidos da oposição puderam reunir-se com os seus apoiantes de uma forma pública, sendo-lhes facultado acesso aos meios de comunicação controlados pelo governo. Os observadores internacionais foram bem recebidos.
as anteriores eleições etíopes foram marcadas pelo caos e irregularidades. O governo e a oposição querem que estas sejam eleições livres e justas. Os observadores internacionais apontam ainda para áreas de preocupação. Há alegações de assassinatos, maus-tratos e abusos contra a oposição e o governo. Defensores dos direitos humanos afirmam que há minorias étnicas silenciadas.
O presente governo está no poder desde 1991 e espera-se que volte a ganhar mais cinco anos de governo. No entanto a oposição deverá sair fortalecida.
a Etiópia continua a ser um dos países mais pobres do mundo. Números oficiais apontam para 40 por cento de desemprego. Um terço das crianças etíopes não frequenta a escola. Os desafios para o vencedor das eleições são enormes.

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