Um general chileno reformado, que está a ser julgado, entregou dados sobre 580 desaparecidos, durante a ditadura chilena, onde acusa augusto Pinochet e altas chefias de terem comandado a repressão.
Um general chileno reformado, que está a ser julgado, entregou dados sobre 580 desaparecidos, durante a ditadura chilena, onde acusa augusto Pinochet e altas chefias de terem comandado a repressão. O general Manuel Contreras, antigo chefe da Direcção de Inteligência Nacional, polícia secreta do ditador chileno, augusto Pinochet, revelou informações sobre 580 “desaparecidos”, de 1973 a 1990. ao mesmo tempo, acusou o ditador de responsabilidades na repressão exercida.
O advogado Juan Carlos Manns entregou a lista dos desaparecidos ao supremo tribunal de justiça, com informações detalhadas sobre a sorte de cada um deles. O texto inclui os nomes, lugar de detenção, situação inicial e a sua situação final.
Contreras, que está a cumprir uma pena de 12 anos de prisão por rapto, alega que Pinochet e a junta militar deram ordens directas para reprimir “grupos de esquerda que podiam gerar oposição ao governo”. as ordens vinham da cabeça do governo.
O governo chileno não reagiu à inesperada iniciativa de Manuel Contreras, mas sublinhou que será avaliada a validade da informação fornecida. Segundo dados oficiais, 3. 192 opositores foram mortos durante a ditadura e um milhar continuam desaparecidos.

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