No editorial da Voz da Fátima, de 13 de Maio, o reitor do santuário de Fátima aborda a temática do aborto e da união de homossexuais.
No editorial da Voz da Fátima, de 13 de Maio, o reitor do santuário de Fátima aborda a temática do aborto e da união de homossexuais. “Morrerá a Europa actual? é capaz de morrer. Mas, a julgar pelas palavras finais do Segredo de Fátima, há-de haver convertidos, e não só entre os imigrantes, atentos às feridas da alma europeia, hão-de colmatar as brechas e fazer a opção pela vida e pelo futuro. Não sem sofrimento. Mas só com o sofrimento necessário”. é assim que o reitor do santuário de Fátima termina o editorial deste número do jornal Voz da Fátima.
Num artigo sob o tema ” Grandes rombos na nave da Europa”, monsenhor Luciano Guerra afirma que se “as esquerdas (políticas) prosseguirem no seu programa de acabar com todo o sofrimento do mundo, e sobretudo o sofrimento que na sua visão, e também no seu ódio, tem origem em convicções religiosas, vamos ter abortos aos milhões e casamentos de homossexuais, aos milhares”.
Luciano Guerra salienta que, se o aborto deixar de ser considerado crime serão muitas as crianças mortas a parecer em contentores hospitalares.
Com a legalização da IVG ” Interrupção Voluntária da Gravidez ocorrerá um outro tipo de situação, nos estabelecimentos públicos “onde teoricamente tudo se faz de graça”. aí­ “as listas de espera continuam a ser regra, até em urgências mais urgentes que acabam na morgue, novas repugnâncias, novas concorrências se vão perfilar e novas cunhas em favor de quem mais padrinhos tiver”.
Mas isso não resolverá o problema, no entender deste responsável que alerta: “O aborto clandestino sempre acontecerá, porque ainda acontece nos países que o despenalizaram”.
Do aborto para a união de homossexuais, “o panorama não vai ser mais confortável para a nossa imaginação”.
E usando da imaginação apresenta cenários que no futuro, poderão ser uma realidade: “o presidente barbudo de uma grande República se fará maritalmente acompanhar de um outro cavalheiro que pode ser (sem ironia!) o presidente do parlamento, um antigo fotógrafo de um grande magazine ou até o único marechal da República”.
E “não podendo evitar todos os sofrimentos, há que ter dó antes de mais, dos inocentes assassinados sem chegarem ao menos a ver a luz do sol, e dos cidadãos de dois sexos que se unem para dar à luz os filhos necessários à sobrevivência da humanidade”.

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