a guerrilha colombiana continua a usar armas não convencionais. São explosivos muito potentes, sem qualquer precisão, que há três anos causaram a morte de 119 civis em Bojayá.
a guerrilha colombiana continua a usar armas não convencionais. São explosivos muito potentes, sem qualquer precisão, que há três anos causaram a morte de 119 civis em Bojayá. a mais importante guerrilha colombiana, Forças armadas Revolucionárias de Colômbia (FaRC), vai continuar a usar os chamados “cilindros bomba”, afirmou Seplin, comandante da guerrilha no sudoeste do país. Os “cilindros bomba” são botijas de gás cheias de explosivos e objectos metálicos. Constituem uma arma com grande poder devastador, usada contra as forças públicas, mas que muitas vezes atingem a população civil, causando morte e destruição em grande escala. Numa recente ofensiva das FaRC, comandada por Seplin, contra o Município de Toribí­o, perdeu a vida pelo menos, uma criança, juntamente com dois policias. “Há erros nos quais caí­mos de forma inconsciente”, disse Seplin a fontes de agências internacionais. “Usamos armas não convencionais e pouco precisas, mas são as únicas que temos para nos defendermos”.organizações de defesa dos direitos humanos voltaram recentemente a denunciar o uso dos “cilindros bomba” pelas FaRC, três anos depois do massacre de Bojayá onde perderam a vida 119 civis. O massacre foi provocado pelo uso deste tipo artesanal de explosivos contra a igreja onde se tinha refugiado a população. “O exército refugiou-se nas casas, atacámos objectivos militares” concluiu Seplin.

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