O número refere-se ao primeiro trimestre de 2012 e supera o de 2010. Já inclui os detidos preventivamente por ocasião da recente visita de Bento XVI à ilha
O número refere-se ao primeiro trimestre de 2012 e supera o de 2010. Já inclui os detidos preventivamente por ocasião da recente visita de Bento XVI à ilha a informação é dada pela Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, ilegalizada. Esta organização revela que, em março, houve ao menos 1. 158 detenções arbitrárias por razões políticas. Mais de metade foram presos antes e durante a visita do Papa. Um certo número foram prisões domiciliares extrajudiciais sob custódia de agentes policiais e parapoliciais e a ameaça certa de que os detidos em seus domicílios seriam presos se deixassem os seus lares, refere o comunicado assinado pelo porta-voz Elizardo Sánchez. Noutro comunicado da Comissão, lê-se que andrés Carrión, o opositor que ficou preso 18 dias depois de gritar slogans contra o governo comunista durante uma missa de Bento XVI, em Santiago de Cuba (sudeste), foi detido novamente na segunda-feira, com outro ativista, anyer antonio Blanco Rodríguez, da União Patriótica de Cuba.