João Fernando confessa à Fátima Missionária que assistir ao funeral do Papa, em Roma, foi uma experiência única.
João Fernando confessa à Fátima Missionária que assistir ao funeral do Papa, em Roma, foi uma experiência única. Espectacular. é assim que João Fernando descreve os três dias que passou no Vaticano para participar no funeral do Papa João Paulo II.

O jovem confessa à Fátima Missionária que, depois do seu encontro com o santo padre em Fátima, no ano 2000, alimentava o desejo ir a Roma encontrar-se com João Paulo II.

Por isso, quando foi contactado pela TVI, que lhe perguntou se estava disposto a acompanhar a equipa de jornalistas que se encontravam no Vaticano a acompanhar as cerimónias do funeral de João Paulo II, o jovem aceitou o desafio.

João descreve para a Fátima Missionária a emoção que sentiu quando viu o corpo de João Paulo II na basílica de São Pedro: “Senti uma emoção muito forte, foi um experiência única”. “Eu entrei directamente com a equipa da TVI, não tive que esperar 12 horas como a maior parte das pessoas que se encontravam no local”, acrescenta.

Com os olhos brilhantes, João fala também da sua experiência junto da equipa da TVI: “Tive a oportunidade de ver como é que eles trabalham e de estar ao lado dos jornalistas Júlio Magalhães, João abreu e Carla Moita. Foi espectacular!”.

a mãe de João, Maria da Graça, ainda ponderou acompanhar o filho nesta aventura, mas João Fernando quis ir sozinho.

João Fernando garante que não esquece o encontro que teve com o Papa em 2000, então um miúdo de 12 anos, depois de ter conseguido furar entre a apertada segurança e os milhares de peregrinos e entrar na Casa do Carmo, onde se encontrava João Paulo II, que o chamou com a bengala quando João lhe estava a “tirar umas fotos”.

“Quando ele me pôs a mão na cabeça e me estendeu a mão, explodi de alegria”, recorda. alguns dias mais tarde, João, agora com 17 anos, enviou uma carta ao Santo Padre a agradecer-lhe a bênção. Umas semanas depois, recebeu uma carta do Papa e um terço, que guarda religiosamente.

a mãe de João garante que, a partir daquele dia, o seu filho, que era “uma criança muita travessa”, se tornou numa pessoa mais calma.

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