Marcha de mais de uma semana serviu para pedir acesso aos serviços de saúde, educação e à terra. Cerca de metade da população da Guatemala vive na pobreza
Marcha de mais de uma semana serviu para pedir acesso aos serviços de saúde, educação e à terra. Cerca de metade da população da Guatemala vive na pobrezaatravés de uma marcha de vários dias, milhares de agricultores e indígenas vítimas de expropriação e violências exigiram do governo uma reforma agrária. Os participantes nesta mobilização exigem que as comunidades autóctones tenham acesso aos serviços de saúde, educação e às terras ocupadas pelas grandes empresas dos setores dos minérios, petróleo e açúcar. a marcha reuniu 20 mil pessoas e contou, além dos agricultores e indígenas, com sindicalistas, professores, estudantes e representantes de diferentes movimentos da sociedade civil. Cerca de metade da população da Guatemala vive na pobreza. apesar de já terem passado vários anos desde o fim da guerra civil, o país continua a sofrer com elevados níveis de violência, segundo a agência Misna. a impunidade de que beneficiam os autores de graves crimes cometidos durante o conflito armado interno, as elevadas taxas de homicídio de mulheres, as agressões e ameaças contra os defensores dos direitos humanos e a discriminação de comunidades indígenas são alguns dos problemas que afetam a população da Guatemala.