República Centro-africana enfrenta um dos piores cortes no financiamento humanitário no mundo. é o segundo país mais vulnerável depois da Somália
República Centro-africana enfrenta um dos piores cortes no financiamento humanitário no mundo. é o segundo país mais vulnerável depois da Somália a República Centro-africana está a enfrentar um dos piores cortes no financiamento humanitário no mundo, alertaram esta segunda-feira as Nações Unidas, acrescentando que quase metade da população do país está a necessitar urgentemente de assistência. a Comissão Europeia descreveu a República Centro-africana como o segundo país do mundo mais vulnerável depois da Somália, afirmou John Ging, diretor de operações do Gabinete para a Coordenação de assuntos Humanitários (OCHa, na sigla inglesa), que viu em primeira mão, durante uma visita ao país na semana passada, as condições críticas em que dezenas de milhares de pessoas vivem. Simplesmente, sem um financiamento adequado, não estamos a conseguir chegar às pessoas, particularmente às crianças da República Centro-africana, sublinhou John Ging. Segundo o OCHa, cerca de 1,9 milhões de pessoas deste país necessitam de ajuda humanitária urgente e pelo menos 94 mil pessoas estão desalojadas por todo o território desta república.