O descontentamento gerado pela validação da candidatura do presidente Wade, que conclui o seu segundo mandato, à presidência do Senegal mantém-se.organizações africanas pedem moderação
O descontentamento gerado pela validação da candidatura do presidente Wade, que conclui o seu segundo mandato, à presidência do Senegal mantém-se.organizações africanas pedem moderaçãoManifestantes protestam há seis dias contra a candidatura do atual presidente abdoulaye Wade, prestes a terminar o seu segundo mandato, às eleições presidenciais do próximo domingo. Os contestatários assumiram uma parte da capital, Dakar. Pelos menos duas pessoas perderam a vida em confrontos com as forças da ordem, refere a agência Misna. À medida que as eleições se aproximam a tensão vai aumentando. a União africana e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEaO) pedem moderação aos políticos e à sociedade civil senegalesa. ambas as organizações decidiram enviar ao país uma missão conjunta, chefiada pelo ex-presidente da Nigéria, Olusegun Obasanjo. O movimento de contestação no Senegal teve origem na validação da terceira candidatura do presidente Wade por parte do Conselho Constitucional, mas, que a maior parte da opinião pública local considerada ilegítima.