«Senhor, que o sangue destes mártires seja para a Igreja crescimento e força para tantos cristãos que vivem na margem contrária»
«Senhor, que o sangue destes mártires seja para a Igreja crescimento e força para tantos cristãos que vivem na margem contrária»
Na oração final, na nona estação da Via-Sacra missionária, os fiéis vão rezar pelos mártires do Guiúa. E é lançado o apelo a que «sacrifiquemos também nós a vida uns pelos outros, como nos ensinou o beato José allamano.
«Quem me interrogava – conclui o catequista – empurrou-me. Caí por terra e recebi um pontapé na cabeça. O relato é do catequista Kuniane a propósito de um interrogatório de que foi alvo. Um conjunto de perguntas foram efetuadas aos catequistas que se encontravam no centro de formação para catequistas, na missão católica do Guiúa.
«Que fazem aqui?, perguntaram. Paulo Kuniane respondeu. «Somos catequistas. Viemos para aprender a Bíblia e o trabalho dos cristãos nas comunidades. No diálogo, o catequista explica que os catequistas vão ter um ano de formação. a Resposta é «tenhas respondido bem ou mal, não importa… morrerás igualmente.