Os 50 anos da Obra Católica Portuguesa das Migrações são uma «oportunidade para celebrar e evocar a memória do trabalho realizado»
Os 50 anos da Obra Católica Portuguesa das Migrações são uma «oportunidade para celebrar e evocar a memória do trabalho realizado»Na abertura da sessão solene comemorativa dos 50 anos, em Fátima, frei Sales Diniz relembrou os primórdios da Obra e salientou que as boas de ouro desta servirão para «homenagear os protagonistas do trabalho efetuado por aqueles que «souberam estar ao lado dos migrantes. O sacerdote franciscano salienta que é um «motivo de grande alegria e até certo orgulho do trabalho efetuado ao longo de cinco décadas por muitos.

Em 1962, nasceu a Obra Católica Portuguesa das Migrações devido à necessidade sentida da Igreja de coordenar o apoio aos imigrantes e noutros casos, acompanhá-los. Nasce ligado ao Patriarcado de Lisboa, sob a dependência da Cáritas Portuguesa, uma vez que a Conferência Episcopal Portuguesa é posterior.

Durante o ano de 2012 haverá várias iniciativas desde encontros a conferências, uma delas em outubro. Um dos momentos significativos acontecerá na peregrinação do Migrante e Refugiado a 12 e 13 de agosto e que será presidida pelo presidente do Conselho Pontifício para os Migrantes e Itinerantes, cardeal antónio Maria Vegliò.

Será ainda lançada a obra « a Igreja face ao fenómeno migratório: 50 anos da Obra Católica Portuguesa das Migrações, um trabalho da autoria de Maria Beatriz da Rocha Trindade e de Eugénia Quaresma, a lançar em julho. O encerramento destes 50 anos acontecerá a 18 de dezembro, com uma homenagem aos protagonistas da história da OCPM.