«Há o risco crescente da instalação de uma ditadura de métodos violentos, mascarada de democracia?», interrogam os missionários da rede Paz pelo Congo. é necessário manter a atenção, consideram
«Há o risco crescente da instalação de uma ditadura de métodos violentos, mascarada de democracia?», interrogam os missionários da rede Paz pelo Congo. é necessário manter a atenção, consideram« a presença militar em Kinshasa é maciça. até agora, não houve atritos significativos, mas a tensão é evidente, confirmam fontes da Igreja local, à agência Fides. Na República Democrática do Congo (RDC), mantém-se o confronto entre o presidente, Joseph Kabila, e o líder da oposição, Etienne Tshisekedi. Este, nos últimos dias, declarou considerar-se o «presidente eleito, apesar da Corte Suprema já ter confirmado a vitória de Joseph Kabila nas eleições presidenciais de 28 de Novembro.
Os missionários da rede Paz pelo Congo lançam um apelo que alerta para o futuro do país. Referem as «manifestações de protesto da oposição, a agressividade das forças militares do Estado na repressão dos opositores, mortos entre civis, o ressurgimento de velhas tensões entre províncias aliadas a cada candidato (Katanga e Kasai), declarações de associações e instituições nacionais e internacionais sobre as formas de voto e de contagem, tomadas de posição.
a população está inquieta. «Nestes dias, o que domina é a agressividade do poder: a polícia costuma agir de modo brutal, até matando civis. Há o risco crescente da instalação de uma ditadura de métodos violentos, mascarada de democracia?, interrogam. «É importante, hoje mais do que nunca, manter os olhos abertos sobre a RDC: é o que pede a sociedade civil e toda a população, consideram os missionários, segundo a Fides.