Frutos económicos não estão a ser divididos de igual forma. apesar da taxa de pobreza ter caído para cerca de 41 por cento em 2009
Frutos económicos não estão a ser divididos de igual forma. apesar da taxa de pobreza ter caído para cerca de 41 por cento em 2009Os frutos do recente crescimento económico anual na ordem dos dois dígitos em Timor-Leste não estão a ser divididos de igual forma, com muitas pessoas nas regiões rurais deste país do Sudeste asiático a serem deixadas para trás, alertou uma especialista independente em direitos humanos das Nações Unidas.
Magdalena Sepúlveda, a relatora especial da ONU para a extrema pobreza e os direitos humanos, divulgou um comunicado em Díli, a capital do país, depois de uma visita de seis dias nos quais se reuniu com funcionários do governo, grupos da sociedade civil e as comunidades que vivem na pobreza.
a relatora notou que o crescimento contínuo da economia timorense, apesar da crise financeira global, tem levado a um declínio nas taxas de pobreza para cerca de 41 por cento em 2009. Mas Magdalena Sepúlveda disse que, quando a pobreza é definida de forma mais ampla para incorporar a exclusão social, cultural e política, então continua a ser difundida e generalizada em Timor-Leste, que se tornou num país independente em 2002.