Semana de luta contra a pobreza em África, de 10 a 16 de abril. assine e divulgue a petição a entregar à União Europeia. Vamos recolher assinaturas em escolas, paróquias e outras instituições.
Semana de luta contra a pobreza em África, de 10 a 16 de abril. assine e divulgue a petição a entregar à União Europeia. Vamos recolher assinaturas em escolas, paróquias e outras instituições. a rede “África-Europa Fé e Justiça” (aEFJN) promove no âmbito da Semana de acção Global, de 10 a 16 de abril. Pretende entregar uma petição contra a pobreza em África. a campanha da Semana de acção Global , em que participam centenas de organizações de todo o mundo, tem como objectivo: DIZER NíO aos países ricos e poderosos que impõem aos países pobres acordos comerciais injustos, uma liberalização sistemática e um sistema de privatizações. DIZER SIM ao direito de cada pessoa a um modo de subsistência, a uma fonte de rendimento, à água, a uma saúde de qualidade e à educação. a petição é dirigida ao presidente da Comissão Europeia, ao presidente do Parlamento Europeu, aos presidentes dos vários grupos políticos representados no Parlamento Europeu, e ainda aos comissários do Comércio e do desenvolvimento, o maior número possível de assinaturas provindas de instituições, escolas e paróquias. Participe e divulgue. a petição será entregue a 14 de abril. Envie, até dia 7 de abril, as folhas da petição assinadas, para: P. José Fernando da Rocha Martins antena portuguesa Rua Capitão Santiago de Carvalho, 9 1800-048 LISBO a aefjn-antenaportuguesa@consolata.pt Poderá obter mais informações sobre esta iniciativa em: www.abril2005.org Faça o Download de um ficheiro em formato PDF e participe neste campanha. ajude a ajudar. Clique aqui e participe Texto da carta: MODELO DE CaRT a a ENVIaR Ex. mos Senhores/as Estamos tristes com a falta de vontade política para adoptar políticas eficazes na luta contra a pobreza em África! Nós, (nome da instituição) queremos juntarmo-nos à inquietude de milhões de pessoas que no mundo dizem: NíO à manutenção de acordos comerciais causadores de pobreza e de sofrimento para milhões de pessoas em África. Pedimos à Comissão Europeia que os acordos comerciais internacionais defendam o direito dos povos africanos à dignidade e ao desenvolvimento sustentável. Que a Política agrícola Comum da União Europeia para com os países africanos defenda: – O direito à segurança alimentar dos seus agricultores – Solidariedade para com as famílias dos agricultores (africanos e europeus) através dos acordos preferenciais a preços compensadores, para as importações dos países em desenvolvimento – O fim dos subsídios directos ou indirectos às exportações e também o fim da prática de ajudas alimentares causadoras de dumping nos mercados africanos. Sobre os acordos de Parceria Económica Regionais (aPER) na África, pedimos que a UE e os governos: – Procurem soluções alternativas baseadas sobre os princípios da não reciprocidade e do tratamento especial e diferenciado – Que trabalhem para a reforma das regras da Organização Mundial do Comércio, para se conseguirem acordos comerciais com as parcerias africanas em que a atenção para com os pobres e o desenvolvimento estejam em primeiro lugar Quanto ao acesso aos medicamentos essenciais para os países africanos pedimos: – Que UE e os governos nacionais pressionem a OMC para que emende sem demora o acordo sobre os direitos de propriedade intelectual respeitante ao comércio segundo os termos de resolução da Declaração de Doha sobre Saúde Pública acordado durante a Conferência Ministerial de Doha, em 2003 e preveja a adaptação deste acordo para permitir o acesso aos medicamentos essenciais para os pobres de África. Quanto ao endividamento dos países africanos, pedimos à UE, aos governos do G8 e às Instituições Financeiras Internacionais: – Que a dívida dos países africanos seja anulada a 100%. Que o financiamento para esta anulação não seja deduzido aos fundos de ajuda ao desenvolvimento e não esteja sujeita a condições políticas de privatizações e liberalização. – Que apoiem a criação de uma equipe de arbitragem representativa e transparente que tutele para que os serviços da dívida não comprometam a capacidade dos países africanos de atenderem às necessidades básicas do seu povo e analise os casos de dívidas odiosas. Senhoras e Senhores, somos testemunhas de que a política de liberalização e do livre mercado causaram e causam muita pobreza, sofrimento, doenças, violências e até a morte de milhões de pessoas em África. Contamos convosco para se conseguir relações justas entre os países da Europa e da África!

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