a ONU convidou o Japão a integrar uma força de manutenção de paz no Sudão. Este convite é sinal de uma acção não apenas belicista, mas mais integral e humana. as armas não são o caminho para a paz.
a ONU convidou o Japão a integrar uma força de manutenção de paz no Sudão. Este convite é sinal de uma acção não apenas belicista, mas mais integral e humana. as armas não são o caminho para a paz. O Japão analisa a possibilidade de colaborar no processo de paz do Sudão. Jean-Marie Guéhenno, chefe das operações de paz das Nações Unidas, pediu ao governo de Tóquio a sua participação no processo de pacificação.

a constituição japonesa proí­be o envio de militares para outros países, ainda que seja só como forças de manutenção de paz. Tóquio tem fornecido ajuda logí­stica e Guéhenno pediu agora o envio de engenheiros, médicos e especialistas sociais. ” a proposta consiste num programa integral ” disse Guéhenno ” encorajando o governo japonês a dar o seu contributo”.

O debate entre os políticos japoneses para discussão da proposta pode, porém, complicar-se. Não sendo belicista, a missão japonesa pode ser confundida com a missão da União africana, que está pronta a enviar milhares de soldados para pôr fim ao conflito de Darfur.

é de sublinhar, no entanto, o modo de actuar do Japão, país com uma intensa Política externa. Quando as armas são tidas como caminho decisivo para a paz, há quem se recusa a enviar soldados para um cenário de guerra. Grande desafio à consciência mundial! O caminho para a paz é o desenvolvimento, a assistência e a formação.

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