a sobrevivência de órgãos de comunicação social de inspiração cristã só é possível, sem esquecer a sua matriz essencial, se houver um projecto empresarial e inovador.
a sobrevivência de órgãos de comunicação social de inspiração cristã só é possível, sem esquecer a sua matriz essencial, se houver um projecto empresarial e inovador. “Vamos deixar-nos de diagnósticos”, afirmou José Manuel Vicente Ferreira (na foto), perante uma plateia de directores de jornais durante a última assembleia-geral da aIC ” associação da Imprensa de Inspiração cristã, realizada a 4 de Março em Fátima.

O técnico de marketing exortou os responsáveis de jornais de inspiração cristã a porém em prática o “Projecto convencer”, isto é, um projecto alicerçado numa estratégia forte e que visa a recuperação de órgãos de comunicação social.

Para isso torna-se obrigatório efectuar um diagnóstico e, dependendo dos casos, apostar em parcerias, fusões e outras soluções viáveis.

O objectivo é tornar os órgãos de comunicação social de inspiração cristã, matriz de que não devem prescindir, em produtos rentáveis num estilo empresarial.

Depois de diversas reuniões realizadas pelo país, fruto da necessidade dos associados, a aIC deparou-se com a existência de projectos empresariais e, simultaneamente, de boletins paroquiais. Realidades distintas com problemas semelhantes, afirmou o padre Salvador Santos, presidente da aIC.

Uma das reivindicações dos associados da aIC é a necessidade desta “aparecer como grupo de pressão” quer para negociar publicidade quer para organizar formação e dar apoio técnico-jurí­dico.

apesar do cenário não ser muito animador e da mudança ser essencial, Salvador Santos deixou uma “palavra de esperança” aos que estejam “mais desanimados, mais abatidos”. O que significa que todos os títulos têm o seu lugar no mercado mesmo que para tal seja necessário uma readaptação.

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