a partir de agora e durante dois anos, a África do Sul ocupa um dos assentos não-permanentes no Conselho de Segurança com a ambição de ser a voz de África
a partir de agora e durante dois anos, a África do Sul ocupa um dos assentos não-permanentes no Conselho de Segurança com a ambição de ser a voz de ÁfricaPretória é, pela segunda vez – a primeira foi em 2007/2008 -, a portadora dos anseios e problemas, que atingem o continente africano, num fórum internacional, o Conselho de Segurança das Nações Unidas. apesar de alguma controvérsia gerada em torno do seu primeiro mandato, a África do Sul assume sem ambiguidade o seu lugar neste órgão dotado de poderes para influenciar processos políticos e intervir em zonas de conflito no mundo inteiro.
a África do Sul prosseguirá os seus esforços de promoção e reforço da cooperação do Conselho de Segurança com organizações regionais, particularmente com o Conselho da Paz e Segurança da União africana, da qual somos membros, refere em comunicado a ministra das Relações Exteriores, Maité Nkoana-Mashabane. Para a ministra, o seu país está empenhado em contribuir para os trabalhos do Conselho, em manter a paz e a segurança internacionais, especialmente em África, e na melhoria das condições de vida de todos os povos.
Nas suas acções a África do Sul guiar-se-á pelo empenho em fazer cumprir as leis internacionais e os valores universais e em proteger outros para que eles satisfaçam os seus inalienáveis e inerentes direitos, sublinha a ministra sul-africana. Nkoana-Mashabane compromete-se também a garantir que o público seja bem informado em todos os instantes sobre os trabalhos do Conselho de Segurança e as acções dos seus membros.