Patrick Silva viu nascer, ainda em menino, um forte interesse pela actividade missionária. a mãe apoiou, desde do início, a sua decisão de ingressar no seminário
Patrick Silva viu nascer, ainda em menino, um forte interesse pela actividade missionária. a mãe apoiou, desde do início, a sua decisão de ingressar no seminárioEu tinha um amigo que recebia a revista Fátima Missionária’. Um dia, ele disse que queria ser missionário () e eu disse que também queria, recorda o sacerdote. Nessa altura, Piedade Cristina, mãe de Patrick deslocou-se a Fátima, para inscrever ofilho num seminário. Foi na Consolataque ele iniciou a sua formação missionária, com nove anos.
Patrick Silva recorda o testemunho de outro missionário: De um modo especial, foi o padre Pequito que mais cativou a nossa geração, pelo seu trabalho, pela sua simplicidade. Ele transmitiu-nos este amor, esta paixão que ele tinha pela missão. Piedade Cristina diz estar feliz pela escolha do filho, que apoiou desde da infância. Explica que é o único padre na família e que foi algo que nasceu dentro dele. É bom porque estou descansada. Penso sempre para com Deus e comigo que se houver alguma coisa serei a primeira a ser avisada, confessa. assim sempre soube onde estava e o que fazia – explica a mãe do sacerdote.
Patrick Silva está no Brasil há seis anos. É o actual director do centro missionário de São Paulo, onde desenvolve animação missionária. Quanto à sua experiência, diz que lhe permitiu conhecer uma mistura de culturas, numa cidade em que o contraste entre os ricos e pobres é muito grande.