a oferta é cada vez maior e a procura diminui. Os produtores pretendem desenvolver novas variedades.organizações receiam que o meio ambiente sofra com um aumento da produção
a oferta é cada vez maior e a procura diminui. Os produtores pretendem desenvolver novas variedades.organizações receiam que o meio ambiente sofra com um aumento da produçãoNo Quénia, turismo, chá e flores são os sectores que mais contribuem para a economia local. Há uma produção intensiva de flores, em particular na região do lago Naivasha, no noroeste da capital, Nairobi. a Europa é a principal destinatária, com 80 por cento da cota de mercado. Porém, nos últimos meses a indústria florícola atravessa um período complicado. Segundo dados avançados pela revistaJeune afrique, em 2009, as encomendas nesta área diminuíram 20 por cento, provocando mais de um milhar de desempregados.
a oferta é abundante. O país tem de enfrentar a concorrência asiática e sul-americana, o que acaba por se traduzir numa queda dos preços. Em meados de abril, os entendidos na matéria estiveram reunidos para analisar o mercado e encontrar soluções para a crise no sector.como primeira resolução, apontou-se para a necessidade de reduzir os custos de produção e de transporte da mercadoria. Os produtores pretendem alargar a oferta, desenvolvendo novas variedades, mais raras, que possam trazer novidade ao sector.
No entanto, algumas organizações não governamentais receiam que um grande impulso na exploração de flores possam danificar a natureza. a grande quantia de pesticidas e outros produtos tóxicos, necessários em explorações de grande dimensão, acabam por contaminar as águas do lago. Este é um factor que interessa particularmente os produtores, pois as alterações climáticas acabam por afectar as colheitas, tal como sucedeu este ano, com as secas ou fortes chuvas.