a esposa do presidente francês exprimiu o seu desacordo, perante a possibilidade de Suu Kyi ficar presa mais cinco anos. Lembra que a prisioneira “lutou pela liberdade”
a esposa do presidente francês exprimiu o seu desacordo, perante a possibilidade de Suu Kyi ficar presa mais cinco anos. Lembra que a prisioneira “lutou pela liberdade” a primeira-dama francesa, Carla Bruni, enviou uma carta às autoridades birmanesas, pedindo a libertação da Prémio Nobel da Paz, aug Suu Kyi. O documento foi enviado na segunda-feira, data em que se deu inicio ao julgamento da prisioneira política. Suu Kyi é acusada de ter violado os termos da sua prisão domiciliária e arrisca-se a ficar detida por mais cinco anos.
O facto é contestado pela esposa do presidente francês, Nicolas Sarkosy, que considera a hipótese intolerável. É uma questão de simples humanismo, dar a liberdade a uma mulher doente, para que possa curar-se convenientemente, tendo em conta que a sua vida corre perigo defende Carla Bruni, citada pelo jornal Le Fígaro. a mulher de 63 anos nunca recorreu à violência. Simplesmente, nunca deixou de lutar, pacificamente, pela liberdade, lembra a primeira-dama.