«Para que serve, para que tem servido a nossa liberdade?». Questão para analisar e reflectir durante a V Jornada da Pastoral da Cultura
«Para que serve, para que tem servido a nossa liberdade?». Questão para analisar e reflectir durante a V Jornada da Pastoral da CulturaElogio à liberdade é o tema da quinta edição da Jornada da pastoral da Cultura que se realiza a 5 de Junho, na Casa de Nossa Senhora das Dores, em Fátima. a cem anos da Implantação da República (importante efeméride a que a Igreja se associa), reflectir sobre Portugal é olhar para a liberdade e averiguar o seu grau de pureza, adianta o Secretariado nacional da Pastoral da Cultura.
O anúncio cristão expressa-se como uma inconformada aspiração de liberdade. O Cristianismo começou, inclusive, por ser um delito de opinião, que custou aos seus protagonistas a prisão e a morte. Mas o ‘delito cristão’ não cessou de ser, como sabemos, um extraordinário impulso para a libertação do Homem e da História, adianta a organização das Jornadas. Na atenção que a Igreja dedica à Cultura (ela sabe que aí, de forma prática, se joga a construção do humano) pretende-se afirmar a liberdade como valor inegociável, mas necessariamente articulado com a Verdade, o Bem e a Beleza, pode ler-se no texto sobre esta iniciativa.
adriano Moreira receberá durante esta Jornada o Prémio de Cultura Árvore da Vida – Padre Manuel antunes. Os trabalhos contemplam uma primeira conferência sobre O Estado da Liberdade, um Olhar ao Portugal de Hoje, por José Manuel Fernandes (director do Público).
O bispo Manuel Clemente (presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais) e Marcelo Rebelo de Sousa (professor universitário) são dois dos convidados para a mesa redonda Que havemos de fazer com a liberdade?. Mais informações e programa aqui.