120 estudantes de podologia, meia centena de especialistas em doenças do pé e uma unidade móvel de tratamento, estão na estrada a ajudar quem vai a pé
120 estudantes de podologia, meia centena de especialistas em doenças do pé e uma unidade móvel de tratamento, estão na estrada a ajudar quem vai a péDores, bolhas, edemas, entorses, rupturas de ligamentos, queimaduras e incapacidade de marcha são os principais sintomas apresentados pelos peregrinos. São muitos quilómetros percorridos em muito pouco tempo e a sobrecarga das caminhadas provocam traumatismos vários nos pés dos peregrinos, afirmou o presidente da associação Portuguesa de Podologia (aPP) e docente na Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU).
até 12 de Maio, em diversos pontos do país, lá estão os voluntários para reabilitar os pés doentes, permitindo a continuação da caminhada. À entrada do Santuário, a aPP e a CESPU vão estar a cuidar dos peregrinos. No caminho, apostamos no tratamento paliativo e em Fátima apostamos no tratamento curativo, explica Manuel Portela.
Na peregrinação de 13 de Maio, em 2008, foram atendidos 2. 500 peregrinos das mais diversas zonas do país, neste posto de ajuda que apoia os peregrinos a pé desde 2004. Todos os anos temos casos de pessoas que se encontram fisicamente incapacitadas para continuar a viagem e têm de receber tratamentos no hospital ou em casa, adiantou o responsável, citado pela Lusa.
Para evitar lesões graves, a associação Portuguesa de Podologia divulga entre os peregrinos várias mensagens, das quais se destacam a não realização de caminhadas superiores a três horas consecutivas. É importante o uso de calçado que permita a respiração do pé e meias de fibras naturais e sem costuras. além disso não devem ser furadas bolhas nem aplicados medicamentos sem consultar um especialista.