«Ninguém gosta de ter qualquer tipo de dor». Mas foi a sentir as dores de Jesus, da humanidade e a reflectir sobre as suas próprias dores que os jovens foram desafiados
«Ninguém gosta de ter qualquer tipo de dor». Mas foi a sentir as dores de Jesus, da humanidade e a reflectir sobre as suas próprias dores que os jovens foram desafiados a experiência da Cruz é centrar e focar na Paixão (do Senhor); na sensação de dor, que é aquilo da qual pretendemos fugir, afirmou ana Lucas. Na reflexão desta manhã para o dia de Sexta-feira Santa, a Leiga Missionária da Consolata falou aos jovens da dor. Não só da dor física, mas também emocional e social.
Não podemos fugir à dor, vamos tentar olhar à nossa volta e perceber de que maneira é que as pessoas tentam suportar essa dor, explicou. a ‘treinadora’ destes atletas que participam nas Olimpíadas missionárias deixou desafios aos jovens, para o tempo de reflexão pessoal.
assim, num primeiro momento, os pascoalinos deviam testar a sua condição pessoal quanto à coordenação motora, força, flexibilidade, resistência e velocidade. Num segundo momento, procuraram momentos em que Jesus sentiu dor, com base no relato da Paixão, e tentaram quantificar essa dor.
Depois de cada um registar os momentos dolorosos da sua vida, foi convidado a olhar em redor, para a dor e sofrimento existente à sua volta, para depois questionar-se sobre o que pode fazer para melhorar o mundo. ana Lucas disse aos jovens que todos têm o seu lugar no mundo e que todos fazem a diferença, apesar de estarem a sofrer, podem servir de testemunho para outros.
O sofrimento faz sentido, dá real valor às coisas, ressaltou a Leiga Missionária da Consolata. Ele serve para redimir. É por isso que toda esta vivência (Tríduo pascal) faz sentido, salientou ainda.